Principais pontos

  • Anunciado em 28 de outubro, o AI Mode passa a exibir anúncios em dez países fora dos EUA: Austrália, Canadá, Índia, Quênia, Malásia, Nova Zelândia, Nigéria, Paquistão, Filipinas e Singapura.
  • Brasil, México e Reino Unido estão na próxima leva, prevista para o quarto trimestre de 2026, ainda sem data.
  • As campanhas existentes de Pesquisa, Shopping e Performance Max passam a aparecer no AI Mode automaticamente, sem opção de ficar de fora.
  • No mesmo dia, o Google lançou nos EUA os anúncios em perguntas de acompanhamento (multiturn) dentro do AI Mode.
  • O anúncio foi feito na divulgação de resultados da Alphabet: a receita de busca cresceu 12% no trimestre, contra 17% e 19% nos anteriores.

O que aconteceu

O Google anunciou em 28 de outubro a expansão dos anúncios no AI Mode, sua busca conversacional, para dez países além dos Estados Unidos: Austrália, Canadá, Índia, Quênia, Malásia, Nova Zelândia, Nigéria, Paquistão, Filipinas e Singapura. É a primeira vez que o formato sai do mercado de origem.

Para o anunciante brasileiro, a informação mais importante está na linha seguinte: Brasil, México e Reino Unido entram na próxima leva, prevista para o quarto trimestre de 2026, ainda sem data definida.

A regra de participação merece atenção. As campanhas existentes de Pesquisa, Shopping e Performance Max passam a ser exibidas no AI Mode automaticamente, sem opção de ficar de fora. Na prática, parte do orçamento vai para um ambiente novo, com comportamento de usuário e taxas de clique ainda pouco conhecidos. No mesmo dia, o Google lançou nos Estados Unidos os anúncios em perguntas de acompanhamento, dentro da conversa.

O anúncio foi feito por Philipp Schindler, diretor de negócios do Google, na divulgação de resultados da Alphabet, e o contexto explica a pressa: a receita de busca cresceu 12% no terceiro trimestre, contra 17% no segundo e 19% no primeiro. Os anúncios na busca com IA são a aposta para compensar a desaceleração.